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A derrota de Jayme Campos na convenção do União Progressista foi uma das maiores baixas políticas da família nos últimos anos. O episódio, porém, faz aliados lembrarem de 2002, quando a eleição de Serys Slhessarenko para o Senado frustrou os planos do grupo e interrompeu sua hegemonia na disputa.
Na época, muitos avaliavam que o ciclo dos Campos havia chegado ao fim. Quatro anos depois, entretanto, Jayme voltou ao Senado e recolocou a família no centro da política mato-grossense.
Agora, após perder espaço dentro do próprio partido, interlocutores avaliam que o grupo deve buscar um novo caminho para manter influência nas eleições de 2026. Entre as possibilidades discutidas nos bastidores está uma eventual composição com o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, caso ele consolide um projeto ao Governo do Estado.
Se a história vai se repetir, somente as próximas articulações e as urnas dirão.
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